Presidente do Colégio Registral participa de abertura do 72º Encontro Estadual de Tabeliães de Notas e Protesto do Rio Grande do Sul

Canela (RS) – Durante a noite da última sexta-feira (19.10), o presidente do Colégio Registral do Rio Grande do Sul, João Pedro Lamana Paiva, participou da abertura do 72º Encontro Estadual de Tabeliães de Notas e Protesto do Rio Grande do Sul. A abertura oficial do evento, que ocorreu durante o final de semana, no Laje de Pedra Hotel, em Canela/RS, teve como foco principal o debate de temas que desafiam os cartórios junto às demandas das novas tecnologias.

A mesa solene foi composta, além do presidente do Colégio Registral do Rio Grande do Sul, pelos representantes das entidades organizadoras do evento: o presidente do Instituto de Estudos de Protesto do Rio Grande do Sul (Iepro/RS), Romário Pazutti Mezzari, e o então presidente do Colégio Notarial do Brasil – Seção Rio Grande do Sul (CNB/RS), Danilo Alceu Kunzler. Integraram ainda a mesa solene, o presidente do Colégio Notarial do Brasil – Conselho Federal, Paulo Roberto Gaiger Ferreira, o presidente da Coopnore, Sérgio Afonso Manica, a presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Subseção Gramado e Canela, Mariana Melara Reis, e o tabelião de Canela, José Hildor Leal, anfitrião do evento.

Na ocasião, Lamana Paiva falou sobre sua atuação enquanto presidente do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil (IRIB) e do protesto das Certidões de Dívida Ativa (CDAs). “Damos um parecer no sentido de que só seria admitida a averbação na matrícula se fosse protestada a CDA. Esse é o recado que nós temos, em nome do IRIB, que foi ratificado agora [durante XLV Encontro dos Oficiais de Registro de Imóveis do Brasil, em Florianópolis]”, relatou.

Em seu discurso, o presidente ainda desejou um bom evento aos presentes e agradeceu o convite para participação. Lamana Paiva também foi homenageado no segundo dia de atividades, pelos presidentes das entidades organizadoras do encontro (leia mais).

O início das apresentações foi realizado pelo presidente do Iepro/RS, Romário Pazutti Mezzari, que falou da falta de boas notícias para os profissionais de sua área e da necessidade de adaptação frente às novas tecnologias. “Vivemos hoje um momento de transição de um modelo anterior para um outro futuro, para o qual não sabemos exatamente qual será. Temos riscos que devem ser eliminados: o risco jurídico, para o qual todos estamos preparados, e o risco novo, do processo tecnológico, para o qual necessitamos prontamente de altos investimentos”, opinou.

Já Sérgio Afonso Manica, presidente da Coopnore, falou sobre a profissionalização da instituição, seu histórico e crescimento. “Somos uma instituição que cresceu, em média, 25% ao ano, desde o seu primeiro dia. Nossa meta agora, com a filiação à Unicred, é iniciarmos a caminhada para tornar a Coopnore uma cooperativa eletrônica, e queremos até o fim do ano estar com esse passo dado”, relatou.

O presidente do CNB/CF, Paulo Roberto Gaiger Ferreira, informou os participantes sobre o que está sendo feito pela entidade, em defesa dos profissionais, enfatizando as mudanças tecnológicas que estão sendo efetuadas. “O Brasil é um país muito plural, temos realidades muito distintas, então, todos os processos disruptivos de tecnologia devem ser implementados com muita prudência, muita cautela, e esse é o trabalho que o CNB/CF vai cooperar junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ)”, disse.

Por fim, encerrando as apresentações da noite de sexta-feira (19.10), o então presidente do CNB/RS, Danilo Alceu Kunzler, falou sobre o objetivo principal do evento, que fora planejado para chamar a atenção dos profissionais sobre a importância do aprimoramento e da necessidade de atualização dos conhecimentos.

Fonte: Assessoria de Imprensa

22/10/2018